05 julho 2006

Selecção Nacional (15/23)


Cristina Lamas,Untitled,2003

24 comentários:

coolme disse...

Nós queremos um título!

Acho que ouvi o Alexandre Melo a entrevistar a Lamas há uns dois ou três anos.

Anónimo disse...

Para a obra ou para a Selecção?

BP

Anónimo disse...

Com algumas honrosas excepções a rapaziada do Arco está aqui demasiadamente representada. Fazendo paralelo com a outra selecção é como se o sporting estivesse em larga maioria (não sei se é o sporting se é o benfica). Mas na outra parece que estão a fazer boa figura. Aqui já não sei. Mas gosto muito da Lamas com a sua simplicidade de meios.
EK

holeart disse...

vi uma exibiçao dela com uma coisas interessantes feitas com esferografica. quase rendas. muito interessante mesmo.

boa opçao

e o debate do beuys... deu para engasgar a ouvir o homem? fumava...

Anónimo disse...

Esta selecção veio para ficar.
Inês

O Tipo das Histórias disse...

Afirma EK que "com algumas honrosas excepções a rapaziada do Arco está aqui demasiadamente representada".

Em 15 seleccionados (sem contar com os ainda desconhecidos 8 que faltarão para completar os 23), 5 não tiveram formação no Ar.Co (Soraya Vasconcelos, Susana Campos, João Castro Silva, Alice Geirinhas, João Paulo Feliciano). Rui Toscano frequentou o Ar.Co como frequentou a Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Entre os 6 referidos, apenas João Paulo Feliciano não frequentou Belas Artes, mas a Faculdade de Letras de Lisboa.

Entre os nove mais exclusivamente ligados ao Ar.Co, João Queiroz é (se não estou em erro) licenciado em Filosofia e Paulo Pascoal frequentou o curso de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa. Paulo Pascoal e João Paulo Serafim são fotógrafos: as alternativas ao curso de fotografia do Ar.Co são escassas, em Portugal - só me ocorre, neste momento, o curso dos Maumaus.

O balanço: 6 para 9.

Proponho 2 exercícios.

1º: que artistas do Ar.Co retiraria desta selecção (já que estão, na sua opinião, em excesso)?

2º: aplique a mesma grelha de análise quantitativa às principais coleccções de arte contemporânea portuguesa (portuguesas e estrangeiras) - se calhar, chegará a percentagens muito semelhantes às que encontra aqui.

Apesar de tudo (e os apesares são pesados no Ar.Co dos últimos três ou quatro anos), se calhar o Ar.Co é incontornável (por quanto tempo mais não sei) na formação dos artistas portugueses dos últimos quinze anos.

Mendes Ferreira disse...

o tempo marca tudo...



:)



bjo.

Naked Lunch disse...

orgânico

O Caso de Charles Dexter Ward disse...

O que é mais incrível é que isto é feito a esferográfica! :)

Anónimo disse...

Em primeiro lugar para dar um grande VIVA ao\á merdinhas que não tem nada a ver com as considerações abaixo, e tem um dos poucos blogues que visito regularmente. Parabéns !

mais tarde ou mais cedo isto tinha mesmo que caír em discussões do tipo das da ˜outra selecção˜...
Não tenho nada contra o AR.CO, bem pelo contrário ... e certamente tudo a favor de alguns artistas que por lá andaram, ( e não me interessa nada saber se ˜também˜ estudaram ˜antropologia˜ ou ˜letras˜... nem onde quer que tenha sido.).

Mas as defesas ˜clubistas˜ caem-me sempre mal... É que também reparei como é que quem saíu do AR.CO depois da ˜presidência˜ do Dr. C.C. , teve como nunca até aí entrada directa para a Gulbenkian, CCB, e Serralves...
Também nestas selecções os
˜presidentes˜,˜árbitros˜, ˜chefes de departamento˜ etc etc, não sei (?) por que obscuros interesses passaram a ter uma importância que não tinha e acabaram por estragar mais do que acrescentar.

Espero sinceramente que não venha a ser este o fim do AR.CO.

Quanto ˜aos que punha e que acrescentava˜ não acho muito interessante o papel dos treinadores de bancada, e como ESTA selecção ainda não acabou: ˜prognósticos... só no fim do jogo˜

T.M.

M.M. disse...

Incansável esta tua selecção.

cecília r. disse...

gosto muito do trabalho da cristina lamas. na maioria dos casos, os meios do desenho tornam-se o objecto da representação. quanto à esferográfica, pelo contrário, ela é bastante fácil de usar e, com alguma prática, obter resultados surpreendentes: é um instrumento de grande plasticidade, com um medium untuoso, que reúne o potencial da grafite ao da caneta. sem qualquer desvalorização do trabalho, claro, já que a técnica é servil, face á ideia.

Anónimo disse...

Viva o Arco e quem o apoiar. A selecção da Merdinhas é óptima e quem disser o contrário não percebe nada de arte contemporânea. As colecções de arte contemporânea portuguesas (portuguesas e estrangeiras)(existem?) com maioria de rapaziada do Arco também são óptimas (serão? Quem as aconselhou a comprar?).
Comentadora cecília: Nunca tinha pensado na esferográfica dessa maneira "a técnica é servil, face á ideia"
EK

intruso disse...

é intrigante pelos meios ..."reinventados".
é apelativo (mas não sei se este é assim tão interessante quanto isso... gosto mais de outros trabalhos dela)
;)

macaso disse...

Aceitam-se olhares leigos? Como já foi referido, o mais impressionante é ser feito a esferográfica.

O Tipo das Histórias disse...

T.M.: o meu comentário não era nem defesa nem clubista. Era aritmética: 6 em 9 não me pareceram "excepções" - "honrosas" ou vergonhosas.

EK: as coleccções não compram nada - são compradas. Creio, portanto, que ninguém "as aconselhou a comprar".

corpo visível disse...

.
este é o tipo de trabalho que eu preciso ver-ver (in vivo) para ter opinião.
.
e eu ainda não vi-vi.
.
ao primeiro olhar parece-me bem.
.

Jazz Manel disse...

Selecção Nacional 0 - França 1!...fónix

intruso disse...

f...*%#+ªe!
:/

Galeria Colectiva disse...

gosto, come-se?

DIAFRAGMA disse...

A de cima, do Miguel Leal, é, no mínimo, intrigante!

is disse...
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holeart disse...

pois miguel leal....


nao é espalha brazas.

merdinhas. avariou o sistema?

@ disse...

tem bastante a ver comigo...
esferográficas?!simples,óbvio, mas eficaz.
lamento sempre não ter eu a coragem...é a "dor de cotovelo" que tenho em relação aos artistas plásticos...a coragem!