26 novembro 2007

"Casa Portugueza"









Ângela Ferreira, "Maison Tropicale",2007, Pavilhão Português

15 comentários:

Anónimo disse...

...Com certeza que ia aparecer por aqui.
Z.C

[A] disse...

Infelizmente uma daquelas obras das quais pouco ou nada se apreende através de um écran...

Confesso que,e sendo eu angolana, me irrita a insistência na questão colonial.

Frioleiras disse...

gostei,
....imenso,
deste trabalho da angela ferreira...

Anónimo disse...

"... interface para uma análise do mundo colonial, pós e neo-colonial..."
Já tinha visto o artigo da arte capital, agora li-o.
J.

[A] disse...

[#*/+**#!eu vi e LI os links!!!]

Mauricio disse...

Conta aí!

Sabe o post do morrinho carioca? conheço o Sergio Cezar, o artista que ensinou os garotos da comunidade a fazer trabalhos com papelão.

Ele é uma figura. Porcura no goooooogle.

by the way... disse...

o assunto pos colonial

é muuuuuuuuito interessante

da para entender certas geografias.

mas há quem pense que arte vive fora das geografias

pensam... os que nao pensam...

abraço forte

Anónimo disse...

O colonialismo é uma expressão do poder e , este, acontece de facto em qualquer geografia, em qualquer tempo,a qualquer nível.

Como diria Barthes, como pode um sujeito revoltar-se ­ e lutar ­ contra a arrogância de uma linguagem cada vez que seu discurso se encontra preso nas malhas de um sentido que não lhe pertence?

"Em uma época na qual a violência e o enfrentamento entre seres humanos se acham tão banalizados, o vocabulário da questão colonial tem a vantagem de destacar com muita veemência o caráter dual, binário, de poder, que pode se estabelecer entre dois indivíduos, grupos, povos, raças, nações e estados."

S.A.

isabel mendes ferreira disse...

eficaz.o post.semguerras.



abraço.


geo.gráfico.



_________
obrig.M.

_________

bjj.

Anónimo disse...

Fechada a cadeado? Abriram-na só para ti? Hmmmmmmm...

BlogProwler

Bandida disse...

..."A artista, no espaço da exposição, nunca mostra a casa, mas apenas a sua ausência: lugares vazios e a abstracção de um contentor."...

fantástico!!


beijo BB

B.

corpo visível disse...

.
o impacto desta instalação deve vir mesmo da ausência. e talvez do silêncio.
.
in situ deve ser interessante sim.
.
é curioso porque me lembrei da "absent names" do pedro cabrita reis, em que há uma certa exasperação de mal estar causada pelo excesso de luz e opressão do ruído.
.

intruso disse...

uma casa de casas e vazios (ausencias, de facto)

[arquitectonico-geográfico]

abraço

Anónimo disse...

Entrei na casa tropical e saltou-me uma BD africana mais acima. Vou ver .
quemsabequemtués

Naked Lunch disse...

... muito conceptual... pouco orgânico...