23 março 2006

Filme à Quinta: Morangos Silvestres (Ingmar Bergman, Suécia, 1957)



Fazer filmes é mergulhar até as mais profundas raízes, até o mundo da infância.
Bergman

The cinema is not a craft. It is an art. It does not mean team-work. One is always alone; on the set as before the blank page. And for Bergman, to be alone means to ask questions. And to make films means to answer them. Nothing could be more classically romantic.
Jean-Luc Godard, "Bergmanorama,"
Cahiers du cinéma (July 1958)

11 comentários:

Naked Lunch disse...

boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa. boa.

Luísa disse...

Soberbo!

celeman disse...

O assustador é pensar que o homem não vai mais filmar...

Jazzie disse...

Mergulhos na infância...
Como no filme de David Lynch "Uma história simples"...

Anónimo disse...

Grandes merdinhas por aqui...se todas as merdas fossem assim aboliamos...os morangos com açucar (só os da TV)
Z.C

Maria Pedro disse...

Tens mau gosto, tens!!!

Para uma coisa (quase) completamente diferente... conheces Luna, do Bertolucci?

Mendes Ferreira disse...

bergmn_______________________é o meu herói.










bjo.

M.M. disse...

Fantástico, pois claro.
Em Londres fui a uma daquelas sessões contínuas que por lá se fazem de um único realizador e vi os filmes dele novamente e de uma assentada.
Saí de lá completamente noutra dimensão.

Vera disse...

desfaço esta frase neste momento: dizer que é uma imagem a visitar essa.
'porque os olhos se detiveram na fronteira da iminência... ei-los em reverberações... há sempre uma noite que os acende'

corpo visível disse...

.
um filme belíssimo!
.
a impressão de viver num não tempo.
.

Coolme disse...

A velhice como metáfora da infância....